<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161</id><updated>2011-09-20T18:42:15.471-03:00</updated><title type='text'>Almajornalismo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-6028956999647015099</id><published>2011-09-20T18:33:00.000-03:00</published><updated>2011-09-20T18:35:28.310-03:00</updated><title type='text'>Entrevista: Zygmunt Bauman</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/27702137?byline=0" width="400" height="225" frameborder="0" webkitallowfullscreen="" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/27702137"&gt;Entrevista exclusiva: Zygmunt Bauman&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/cpflcultura"&gt;cpfl cultura&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-6028956999647015099?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/6028956999647015099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=6028956999647015099&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/6028956999647015099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/6028956999647015099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2011/09/entrevista-zygmunt-bauman.html' title='Entrevista: Zygmunt Bauman'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-1009547492225096089</id><published>2011-03-20T13:49:00.010-03:00</published><updated>2011-03-20T20:51:14.307-03:00</updated><title type='text'>Homenagem ao Professor Cavalcante</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-EsvaLgxVvFc/TYYyuHQ2ZoI/AAAAAAAAA7U/5egHp9v26qM/s1600/Professor%2BCavalcante%2B-%2Bfoto.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 152px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-EsvaLgxVvFc/TYYyuHQ2ZoI/AAAAAAAAA7U/5egHp9v26qM/s200/Professor%2BCavalcante%2B-%2Bfoto.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5586208155604772482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antonio Albuquerque Cavalcante, ou apenas professor Cavalcante, como gostava de ser chamado, nasceu em Rio Formoso, interior de Pernambuco. Formado em Economia e pós-graduado pela Fundação Getúlio Vargas, deu aulas na PUC de Campinas e na Fundação de Ensino Octávio Bastos em São João da Boa Vista. Sua morte gerou comoção, especialmente entre aqueles que acompanhavam seus comentários diários sobre economia popular pela Rádio Piratininga, no quadro “Piratininga no Dia a Dia da Economia”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na época professor Cavalcante exercia o primeiro mandato de vereador e foi justamente numa sessão da Câmara que ele falou pela última vez. Sentiu-se mal após um pronunciamento na tribuna e teve de ser socorrido pelos colegas. Levado à Santa Casa, inconsciente, foi diagnosticado um derrame cerebral hemorrágico. A agonia se estenderia por 10 dias até sua morte, na manhã de 11 de março de 1994, aos 65 anos.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além do quadro sobre economia, professor apresentava nas tardes de sábado, na Piratininga, o programa “Panorama 970”, em que levava ao ar antigos sucessos da música brasileira. Da convivência com o mestre – assim eu o chamava – ficaram os exemplos de humildade, apreço ao trabalho, respeito às pessoas,  obstinação e perseverança. Esta última qualidade, aliás, foi a marca de toda a sua vida. A infância pobre no sertão nordestino, a alfabetização tardia aos 17 anos e o ingresso já maduro na universidade não o impediram de realizar seu grande sonho de ser mestre. Mestre de vida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Professor Cavalcante hoje dá nome a um conjunto habitacional em São João da Boa Vista. Lugar de pessoas lutadoras que, como ele, buscam a superação dos obstáculos e acreditam no sonho de uma vida melhor. Seu último ato político foi em defesa dos nordestinos que vivem em São Paulo. Um verdadeiro grito contra o preconceito e a intolerância. Vale a pena ler e refletir. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Último pronunciamento do Professor Cavalcante na Câmara de Vereadores de São João da Boa Vista – 28 de fevereiro de 1994&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Senhor presidente, senhores membros da Câmara, vereadores e sanjoanenses. O que me trás a essa Tribuna, infelizmente, é alguma coisa que eu não gosto de fazer. Eu estou aqui para servir à comunidade e não para defender a mim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas um jornal da comunidade escreveu um artigo “Vida e Praga Severina”. E neste artigo o cidadão ataca veementemente os nordestinos. Eu quero dizer que o Departamento de Espionagem dos Estados Unidos, a CIA, e o de Israel descobriram o reaparecimento do neonazismo através dos Skinheads em vários países, inclusive no Brasil, com células em várias cidades, principalmente no ABC. O nazista é aquele que quer uma raça pura, é o famoso arianismo. Sua luta maior é contra o negro, o judeu e, no Brasil, contra o nordestino. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil é um mosaico de raças, especialmente o Estado de São Paulo. O Estado de São Paulo foi fundado pelos portugueses e depois vieram os espanhóis, os negros e depois a imigração de todas as partes do mundo. Como exemplo eu vou dar as bancadas desta Câmara: mais da metade tem sobrenome estrangeiro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O caso em questão, onde o cidadão fala várias vezes sobre o nordestino com um furor tremendo, substituindo a palavra nordestino por Severino. Existe uma razão especial, o poeta pernambucano João Cabral de Mello Neto que escreveu “Morte e Vida Severina”, um poema fabuloso, conhecido em todas as partes do mundo mostra o que é o Nordeste. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No artigo, o autor diz que o nordestino vem de oferecido, ninguém o chamou para vir para cá e “o que pode se esperar de alguém vindo da Galiléia?”. Ou seja, o que se pode esperar de alguém vindo do Norte? O cidadão diz não saber o porquê da existência de tantos Severinos no Nordeste. Na teologia católica existem Santos com o nome de Severino. Por isso existe muito Severino no Norte. E ninguém vem de oferecido. Este cidadão nunca ouviu falar em Cornélio Pires, que escreveu o falar paulista, que é o falar caipira. Ele diz que o nordestino com a voz dissonante vem estragar o falar paulista. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que acontece, senhores, é o seguinte: o cidadão vai para São Paulo de ônibus, chega em São Paulo como todos nós, e encontra vários Severinos com malas enormes (o nordestino leva sua mudança dentro de uma mala) e isso faz mal aos olhos do cidadão. Se ele vai de ônibus é porque ele vai em um transporte popular. Por que ele quer um tratamento especial quando chega na Rodoviária de São Paulo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diz ele que os nordestinos estão ficando arrogantes dizendo que foram eles que construíram o progresso de São Paulo. As valetas de São Paulo foram abertas por nordestinos que ele chama de Severinos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema é grave. Eu gostaria de dizer que o que de fato está arrepiando este cidadão não são os Severinos. O que arrepia este cidadão é um Severino que há mais de 30 anos embarcou da cidade de Garanhuns e desceu em São Bernardo do Campo. Trabalhando lá perdeu um dedo da mão e se tornou um revolucionário da política sindical no Brasil. Este cidadão mal sabe onde fica a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, e nem quer saber. Ele está arrepiado devido a um cidadão chamado Lula. Todos são testemunhas que eu sou do PSDB, mas é isto que está arrepiando o cidadão. Ele está morrendo de medo que um Severino chegue a Presidente da República.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este cidadão está querendo mudar o artigo 3º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. É a Carta Magna da Humanidade que ele quer mudar. É uma vergonha quando uma pessoa escreve uma coisa dessas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sou um Severino também, e não posso dizer o nome de um nobre. Para que a gente seja mais breve, eu pediria a este cidadão que mandasse fazer fornos crematórios como alguém fez na Polônia, onde morreram 6 milhões de judeus. E digo mais: é melhor ser respeitado em terra estranha do que ser mau visto na terra natal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-1009547492225096089?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/1009547492225096089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=1009547492225096089&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/1009547492225096089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/1009547492225096089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2011/03/homenagem-ao-professor-cavalcante.html' title='Homenagem ao Professor Cavalcante'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-EsvaLgxVvFc/TYYyuHQ2ZoI/AAAAAAAAA7U/5egHp9v26qM/s72-c/Professor%2BCavalcante%2B-%2Bfoto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-477961246239218621</id><published>2010-04-28T21:23:00.002-03:00</published><updated>2010-04-28T21:30:40.277-03:00</updated><title type='text'>Ah, a filosofia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tempo da vida humana: um ponto. Sua substância: um fluxo. Suas sensações: trevas. Todo o seu corpo: corrupção. Sua alma: um redemoinho. Sua sorte: um enigma. Seu renome: uma cega opinião. Resumindo, tudo, em sua matéria: precariedade. Em seu espírito: sonho e fumaça. Sua existência: uma guerra, a etapa de uma viagem. Sua glória póstuma: esquecimento. Que nos pode servir de guia? A filosofia, apenas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Marco Aurélio, Imperador Romano&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-477961246239218621?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/477961246239218621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=477961246239218621&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/477961246239218621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/477961246239218621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2010/04/ah-filosofia.html' title='Ah, a filosofia'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-2620036787611680206</id><published>2010-04-10T22:53:00.003-03:00</published><updated>2010-04-28T21:33:41.226-03:00</updated><title type='text'>Joseph Campbell</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/S8EvxVMSp5I/AAAAAAAAA2g/CCu2AwtTA0k/s1600/powerofmyth.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 128px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/S8EvxVMSp5I/AAAAAAAAA2g/CCu2AwtTA0k/s200/powerofmyth.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458696747898546066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fragmentos preciosos do pensamento de Joseph Campbell, autor de "O Poder do Mito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pondo-se no encalço da sua bem-aventurança, você se coloca numa espécie de trilha que esteva aí o tempo todo, à sua espera, e a vida que você tem de viver é essa mesma que você está vivendo. Onde quer que esteja - se estiver no encalço da sua bem-aventurança, estará desfrutando aquele frescor, aquela vida intensa dentro de você".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Nossa vida desperta o nosso caráter. Você descobre mais a respeito de você mesmo à medida que vai em frente. Por isso é bom estar apto a se colocar em situações que despertem o mais elevado e não o mais baixo da sua natureza. "Não nos deixeis cair em tentação". Ortega y Gasset fala a respeito do ambiente e do herói em suas "Meditações sobre o Quixote". Dom Quixote foi o último herói da Idade Média. Saiu pelo mundo à procura de gigantes mas, em vez de gigantes, o ambiente à sua volta lhe ofereceu moinhos de vento. Ortega assinala que a história se passa numa epoca em que surge uma interpretação mecanicista do mundo, de modo que o meio não fornecia mais respostas espirituais ao herói. O herói se vê então lutando contra um mundo duro, que não corresponde mais às suas necessidades espirituais."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-2620036787611680206?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/2620036787611680206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=2620036787611680206&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/2620036787611680206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/2620036787611680206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2010/04/joseph-campbell.html' title='Joseph Campbell'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/S8EvxVMSp5I/AAAAAAAAA2g/CCu2AwtTA0k/s72-c/powerofmyth.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-5107932770746143399</id><published>2009-12-31T00:48:00.002-02:00</published><updated>2009-12-31T01:06:53.537-02:00</updated><title type='text'>Adeus, Fábio Silveira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro dia fui ao velório do Fábio Silveira, querido Fabinho como era chamado por nós. Morreu vítima de um enfarto fulminante, aos 64 anos. Fiquei impressionado ao vê-lo no caixão com o rosto escurecido e, sinceramente, me arrependi de ter ido até lá. Não era essa a imagem que queria guardar do Fábio, definitivamente. As imagens boas, os sons que ele me ensinou a apreciar, estes sim estarão sempre comigo. Foi um dos maiores locutores que passaram pela Rádio Piratininga de São João da Boa Vista, onde ingressou aos 12 anos de idade. Apresentou programas que marcaram época: “Terra Sempre Terra”, “ A Saudade Também é Jovem”, “Música e Poesia”, “Rotativa no Ar” e também militou na área esportiva, comandando a “Sala Nacional dos Esportes”, o mais completo plantão esportivo da média mogiana. A voz calma, o jeito pacato e a grande paixão que tinha pelo rádio fizeram dele um profissional dedicado. Mergulhado na histórica discoteca da Piratininga, em meio a vinis e acetatos, ele garimpava raridades que abasteciam as duas velhas pick-ups de feltro verde que ficavam do outro lado do “aquário” e transmitiam aquelas canções que embalavam os sonhos dos ouvintes e também os meus. Cresci ouvindo o Fábio, e dele criei uma imagem particular, idealizada, coisa que só o rádio permite. Quando nos conhecemos, em 1988, tornamo-nos amigos e eu logo me apressei em beber daquela magnífica fonte de onde jorravam nomes de músicas e cantores de todos os gêneros, numa cultura musical fora de série. Fábio amou e deu sua vida ao rádio. Ao se afastar dos microfones experimentou a depressão, o ostracismo, a tristeza. Só não experimentou a indiferença dos amigos, entre os quais me incluo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-5107932770746143399?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/5107932770746143399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=5107932770746143399&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/5107932770746143399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/5107932770746143399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/12/adeus-fabio-silveira.html' title='Adeus, Fábio Silveira'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-4177541556734837209</id><published>2009-07-05T00:58:00.001-03:00</published><updated>2009-07-05T00:58:53.591-03:00</updated><title type='text'>Michael “Neverland” Jackson</title><content type='html'>Vi o Antonio Abujamra recitar no final do seu "Provocações", anotei o nome do autor - Silas Corrêa Leite - e fui pesquisar no Google. Encontrei o que, em minha modesta opinião, de mais tocante, sensato e verdadeiro se escreveu sobre a vida e a morte de Michael Jackson.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Jackson era negro e queria ser branco (com sua cota ancestral de dor negra)&lt;br /&gt;O que o vitimizou – como um estigma&lt;br /&gt;Michael Jackson era pobre e queria ser rico (de posses infantis e desejos transversais)&lt;br /&gt;O que o desconfigurou como um estorvo&lt;br /&gt;Michael Jackson era homem e queria ser mulher (de alguma maneira que pudesse)&lt;br /&gt;O que o adulterou - Narciso cego, Édipo manco&lt;br /&gt;Michael Jackson queria ser judeu (mas era um Peter-Pan enjaulado em cantagonias)&lt;br /&gt;O que o marcou como ser na identificação de.&lt;br /&gt;Michael Jackson como um não-Ser num não-lugar&lt;br /&gt;Cantava dançava compunha dirigia criava voava&lt;br /&gt;Um quase preto homem-menina com desvios íntimos&lt;br /&gt;Com fox-trot nos pés e nos quadris portentosos&lt;br /&gt;E uma alma sempre criança mal-amadurecida&lt;br /&gt;Na ultrajada inocência para fins midiáticos e lucrativos&lt;br /&gt;Fugiu-se na música – as ousadas canções&lt;br /&gt;Tinha ritmo frenético – em viagens sonoras &lt;br /&gt;Sobreviveu feito ermitão – urbano entre brinquedos&lt;br /&gt;O pop do alto ao chão – paranóia na vida-livro&lt;br /&gt;Muito além dos píncaros da glória efêmera...&lt;br /&gt;Agora não tem cor – Não há cor na morte&lt;br /&gt;Agora não tem posses – Nada levamos daqui&lt;br /&gt;Agora não tem sexo – A terra há de comer&lt;br /&gt;Agora não tem vitiligo: pergunte ao pó&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-4177541556734837209?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/4177541556734837209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=4177541556734837209&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/4177541556734837209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/4177541556734837209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/07/michael-neverland-jackson.html' title='Michael “Neverland” Jackson'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-7572225171629336242</id><published>2009-05-03T21:21:00.015-03:00</published><updated>2010-04-17T21:50:39.389-03:00</updated><title type='text'>Entrevista: Dante de Oliveira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/Sf43wRL7T7I/AAAAAAAAARY/Vto3BBxH0QE/s1600-h/20060706-dante4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331760311239921586" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 152px; height: 200px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/Sf43wRL7T7I/AAAAAAAAARY/Vto3BBxH0QE/s200/20060706-dante4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Movimento Diretas-Já completa 25 anos em 2009. Seu principal personagem, Dante de Oliveira, morto em julho de 2006, concedeu-me entrevista em 2004, que reproduzo neste post. Também estão postados nos arquivos do blog dois podcasts que trazem um programa de rádio sobre o tema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;“NINGUÉM IMAGINAVA QUE A POPULAÇÃO PUDESSE REALIZAR UM MOVIMENTO TÃO FORTE COMO AQUELE”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passados vinte anos das Diretas-Já, um dos principais articuladores do movimento pela redemocratização do país, o ex-deputado federal Dante de Oliveira, comenta os fatos que marcaram a vida política do Brasil no período entre 1983 e 1984. Em entrevista ao “O Município”, no último dia 15/06, o autor do projeto de emenda constitucional que propunha o restabelecimento das eleições diretas para presidente da República chegava a Cuiabá, vindo de São Paulo, onde havia apresentado ao presidente Lula uma cópia de “Diretas-Já: 15 meses que abalaram a Ditadura” (Editora Record). O livro foi escrito em parceria com o publicitário e ex-deputado Domingos Leonelli e lançado na 18ª Bienal. Dante de Oliveira relembra o ambiente hostil de Brasília na véspera e no dia da votação (e derrota) da emenda batizada com seu nome, quando o Exército impediu que manifestantes de todos os cantos do país tivessem acesso ao Congresso Nacional. Ele destaca a importância da imprensa no episódio e revela que o crescimento do movimento das Diretas, com a realização dos grandes comícios nas capitais brasileiras, surpreendeu os líderes dos partidos que encabeçavam a luta. Ao citar que as Diretas deram três presidentes ao Brasil – Tancredo Neves, Fernando Henrique e Lula – o ex-ministro da Reforma Agrária do governo José Sarney, compara o governo petista a “um avião sem plano de vôo”. Dante de Oliveira, 52, elegeu-se deputado estadual em 1978, deputado federal (1982), prefeito de Cuiabá em 1986 e 1992, ministro da Reforma Agrária (1986) e governador de Mato Grosso por duas vezes (1994 e 1998). Atualmente é presidente estadual e vice-presidente nacional do PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antonio Luiz Magalhães:&lt;/strong&gt; Vinte anos depois da votação da emenda de sua autoria, que avaliação o senhor faz daquele período?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dante de Oliveira:&lt;/strong&gt; Foi, sem dúvida, um dos períodos mais ricos da sociedade brasileira. Aquilo que começou como a simples apresentação de um projeto de emenda constitucional, em 1983, que restabelecia o direito de votar para presidente da República, foi se avolumando cada vez mais. Na verdade, o movimento só cresceu daquela maneira porque havia, na sociedade, um esgotamento em relação à Ditadura. Vinte anos de regime autoritário, de arbítrio, prepotência, assassinatos, exílio, tortura, perseguições, censura, corrupção e de um modelo econômico perverso e concentrador de renda é que provocaram a enorme aceitação ao projeto, se transformando em algo muito acima daquilo que nós esperávamos. Tanto eu, como autor do projeto, quanto o doutor Ulisses Guimarães, Tancredo, Brizola, Lula... Ninguém imaginava que a população pudesse realizar um movimento tão forte como aquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALM:&lt;/strong&gt; Como estava o ambiente em Brasília na véspera e no dia da votação da emenda?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;D.O:&lt;/strong&gt; No início, o regime ditatorial fez pouco caso, não levou a sério aquele projeto e nem a mobilização das forças democráticas. À medida em que cresceu e se tornou um movimento unitário das correntes políticas do país, reunindo todos os partidos, a intelectualidade, os artistas, a imprensa, os empresários e o povo, a Ditadura se assustou. Em 84, depois dos grandes comícios de Curitiba, da Praça da Sé, Minas Gerais, Cuiabá, Salvador, Recife, de São Paulo, no Anhangabaú, e da Candelária, no Rio, é que eles (os militares) viram que tinham de pressionar o Congresso para que a sua base de sustentação não aprovasse as Diretas. Era muito complicado porque a população toda queria. O deputado, para votar contra, tinha que ter muita coragem, pois era votar contra o sentimento da nação, contra seus próprios eleitores. Então eles (Exército) pressionaram a base de sustentação e usaram do artifício da força, nomeando o general Newton Cruz comandante das forças militares de Brasília. Proibiram os ônibus que vinham do Brasil inteiro e se dirigiam a Brasília para a votação, censuraram a imprensa, proibindo a divulgação, e estabeleceram as medidas de emergência que foram uma calamidade, um acinte, um desrespeito. Só por isso conseguiram derrotar, em 25 de abril de 1984, a emenda por 22 votos apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALM:&lt;/strong&gt; E o papel da imprensa naquele processo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;D.O:&lt;/strong&gt; A imprensa teve papel extremamente importante na propagação da idéia das Diretas. O Jornal Folha de São Paulo teve destaque histórico, depois outros jornais também aderiram. A TV Globo, no início, procurou esconder o movimento, mesmo assim, quando a população já nos comícios começava a gritar “O povo não é bobo, fora Rede Globo”, a emissora caiu em si e viu que não podia ficar contra. Aí a Globo entrou e também fez um trabalho importante na reta final para ajudar na divulgação das Diretas. Portanto, a imprensa teve um papel preponderante. Inclusive, hoje (15) pela manhã, em São Paulo, entregamos – eu e o ex-deputado Domingos Leonelli - nosso primeiro livro, que ficou pronto ontem à noite, “Diretas-Já: 15 Meses que Abalaram a Ditadura”, ao presidente Lula. Neste livro, procuramos ser bastante realistas quanto ao posicionamento da imprensa brasileira em favor da democracia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;ALM:&lt;/strong&gt; Muitos protagonistas do movimento das Diretas estão hoje no Poder. Como o senhor analisa o trabalho desses homens públicos, que empunharam a bandeira das Diretas, governando o país?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D.O:&lt;/strong&gt; Aquele movimento já deu três presidentes da República. Infelizmente um não pôde governar – Tancredo – mas sua eleição foi conseqüência das Diretas, que desmontou o Colégio Eleitoral, porque o Tancredo acabou vencendo dentro do próprio território do inimigo. Depois veio o Fernando Henrique e agora, o Lula. A análise que eu faço é a seguinte: o Brasil, nestes 20 anos, conseguiu construir instituições democráticas muito sólidas. Temos um Congresso Nacional funcionando com liberdade, o Judiciário, o Ministério Público fortalecido após a Constituinte, a imprensa livre para expor suas opiniões, a liberdade de expressão. Porém o que faltou nestes 20 anos foi a redemocratização da renda, do emprego, da educação e da saúde. O grande desafio das novas gerações é dar conseqüência à democratização econômica e social do Brasil. Não podemos continuar sendo uma nação democraticamente de primeiro mundo e ver no campo econômico e social grassando ainda a miséria, a fome e o desemprego. Esperamos que estes democratas que lutaram tanto possam, junto com a sociedade organizada, construir um modelo econômico alternativo. Depositou-se muita esperança no presidente Lula, porque ele encarnava um discurso de mudanças. Mas, infelizmente, o que está demonstrado neste primeiro ano de governo é que não há projeto econômico e social alternativo. Eles ganharam o poder e não sabem o que fazer com este poder. Esqueceram que, para pilotar um avião, é preciso ter um plano de vôo. É isto que está faltando ao Brasil: um projeto de desenvolvimento de curto, médio e longo prazo capaz de fazer que aquele movimento pela redemocratização atinja os mais pobres, os assalariados e os desempregados, que são milhões hoje no país. Ouça a entrevista em &lt;a href="http://almajornalismo.podbean.com/"&gt;almajornalismo.podbean.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-7572225171629336242?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/7572225171629336242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=7572225171629336242&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/7572225171629336242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/7572225171629336242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/05/entrevista-de-dante-de-oliveira.html' title='Entrevista: Dante de Oliveira'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/Sf43wRL7T7I/AAAAAAAAARY/Vto3BBxH0QE/s72-c/20060706-dante4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-6145351683704100418</id><published>2009-02-24T17:52:00.007-03:00</published><updated>2009-07-05T00:10:39.328-03:00</updated><title type='text'>Revistas Velhas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/SaReY3OZsuI/AAAAAAAAAH8/C5bGcexesvQ/s1600-h/imagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306470042183512802" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 136px; height: 200px;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/SaReY3OZsuI/AAAAAAAAAH8/C5bGcexesvQ/s200/imagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando o ócio do feriado de carnaval fui revirar antigos papéis que insisto em guardar. Tenho em mãos dois exemplares da revista Manchete. Um data de janeiro de 1979, o outro, de maio de 1980. Na capa do primeiro, foto de Sônia Braga e o título “A verdadeira história de Dancin’ Days”, numa alusão ao grande sucesso televisivo protagonizado pela morena que encantou o Brasil na pele de Julia. Outro destaque da capa de Manchete: “As previsões de Alan Richard Way – O que vai acontecer em 79”. Da lista de vaticínios apresentada pelo guru norte americano, apenas as dificuldades que o general João Figueiredo enfrentaria em seu primeiro ano de governo se concretizariam. Já os problemas econômicos na Ilha, ao contrário do que previra , não fizeram Fidel Castro “pedir o boné e ir embora do governo de Cuba”. Na página política, o velho coronel Antonio Carlos Magalhães, forte candidato a ocupar uma vaga no ministério de Figueiredo, disputando – adivinhem! – com José Sarney. A matéria traz ainda fotos dos ministeriáveis Mário Andreazza, Delfim Netto, General Golbery e Mário Henrique Simonsen, egressos do ministério de Médici. Página 95. O veterano repórter David Nasser comemora quatro anos como colaborador da Revista e arremata o texto mencionando as agruras da vida de produtor rural na Fazenda que possuía em São João da Boa Vista. Anúncios do Novo Toca-Fitas Estéreo Motoradio e do Corcel 79 antecedem o depoimento de Darlene Glória – ex-atriz de pornochanchadas – a Ronaldo Bôscoli: “Darlene Glória morreu, viva a Irmã Helena”. Na página 104, Joel Silveira entrevista Dom Paulo Evaristo Arns, então líder do chamado episcopado engajado da América Latina. Falou da censura que se abatera sobre o jornal O São Paulo, editado pela arquidiocese paulistana entre 1972 e 1978. Texto primoroso, tanto pela grandeza do personagem quanto por quem o escreveu. Encerro o post com uma recomendação aos que gostam de guardar e de ler revistas velhas. Está nas bancas “Irmãos Karamabloch”, livro que conta a história de uma pequena gráfica que se transformou em um império de comunicações. Começou com a revista Manchete e chegou a incluir, em seus dias de glória, emissoras de rádio e tevê, gráfica, editora de livros e dezenas de publicações periódicas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-6145351683704100418?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/6145351683704100418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=6145351683704100418&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/6145351683704100418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/6145351683704100418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/02/revistas-velhas.html' title='Revistas Velhas'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/SaReY3OZsuI/AAAAAAAAAH8/C5bGcexesvQ/s72-c/imagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-7839393242609627772</id><published>2009-02-08T20:52:00.003-02:00</published><updated>2009-02-26T13:24:38.408-03:00</updated><title type='text'>Rádio Diretas - parte 1</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/SY9zFvadazI/AAAAAAAAAH0/S-TRBiLpqn0/s1600-h/236730.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300581828902349618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Y-kJmkcdnQo/SY9zFvadazI/AAAAAAAAAH0/S-TRBiLpqn0/s200/236730.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, por ocasião dos 20 anos do movimento pelo restabelecimento de eleições livres e diretas no Brasil produzimos, eu, Biagioni Neto, Tobias Valdissera e Benedito Mattos, sob coordenação da professora doutora em Comunicação Maria do Socorro Veloso, o documentário Diretas Já. O programa radiofônico traça uma linha do tempo e resgata os principais fatos políticos ocorridos a partir do Golpe Militar de 31 de Março de 1964 até abril de 1984, quando a emenda Dante de Oliveira foi derrotada no Congresso Nacional. Diretas Já é fartamente ilustrado por áudios históricos, depoimentos de personagens e músicas que marcaram aquelas duas décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficha Técnica&lt;br /&gt;Apresentação: Antonio Luiz Magalhães e Biagioni Neto&lt;br /&gt;Texto: Antonio Luiz Magalhães&lt;br /&gt;Pesquisa e reportagens: Tobias Valdissera e Benedito Mattos&lt;br /&gt;Coordenação: Professora Doutora Maria do Socorro Veloso&lt;br /&gt;Sonoplastia e Mixagens: Marco Antonio Ferreira Sacardo e Gustavo Risardo&lt;br /&gt;Gravação: Rádio Mirante FM de São João da Boa Vista&lt;br /&gt;Agradecimentos: Milton Parron (Rádio USP)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3playerlightsmallv3" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="25" width="210" align="middle" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="5556"&gt;&lt;param name="_cy" value="661"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.podbean.com/podcast-audio-video-blog-player/mp3playerlightsmallv3.swf?audioPath=http://almajornalismo.podbean.com/medias/play/aHR0cDovL21lZGlhNy5wb2RiZWFuLmNvbS8xMjEzMTkvdS9SYWRpb0RvY2RpcmV0YXNqYXBhcnRlMS5tcDM/RadioDocdiretasjaparte1.mp3&amp;amp;autoStart=no"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.podbean.com/podcast-audio-video-blog-player/mp3playerlightsmallv3.swf?audioPath=http://almajornalismo.podbean.com/medias/play/aHR0cDovL21lZGlhNy5wb2RiZWFuLmNvbS8xMjEzMTkvdS9SYWRpb0RvY2RpcmV0YXNqYXBhcnRlMS5tcDM/RadioDocdiretasjaparte1.mp3&amp;amp;autoStart=no"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value="sameDomain"&gt;&lt;param name="Scale" value="NoScale"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value="FFFFFF"&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 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&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0" width="210" height="25" id="mp3playerlightsmallv3" align="middle"&gt;&lt;br /&gt; &lt;param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /&gt;&lt;br /&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.podbean.com/podcast-audio-video-blog-player/mp3playerlightsmallv3.swf?audioPath=http://almajornalismo.podbean.com/medias/play/aHR0cDovL21lZGlhNy5wb2RiZWFuLmNvbS8xMjEzMTkvdS9SYWRpb2RvY2RpcmV0YXNqYXBhcnRlMi5tcDM/Radiodocdiretasjaparte2.mp3&amp;autoStart=no" /&gt;&lt;br /&gt; &lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#ffffff" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent" /&gt;&lt;br /&gt; &lt;embed src="http://www.podbean.com/podcast-audio-video-blog-player/mp3playerlightsmallv3.swf?audioPath=http://almajornalismo.podbean.com/medias/play/aHR0cDovL21lZGlhNy5wb2RiZWFuLmNvbS8xMjEzMTkvdS9SYWRpb2RvY2RpcmV0YXNqYXBhcnRlMi5tcDM/Radiodocdiretasjaparte2.mp3&amp;autoStart=no" quality="high"  width="210" height="25" name="mp3playerlightsmallv3" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal; padding-left: 41px; color: #2DA274; text-decoration: none; border-bottom: none;" href="http://www.podbean.com"&gt;Powered by Podbean.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-5269054732741011710?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/5269054732741011710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=5269054732741011710&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/5269054732741011710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/5269054732741011710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/02/radio-diretas-parte-2.html' title='Rádio Diretas - parte 2'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-4367733150190442091</id><published>2009-01-24T18:29:00.000-02:00</published><updated>2009-01-24T18:32:50.646-02:00</updated><title type='text'>TODO MOMENTO</title><content type='html'>Poema do inspirado jornalista Wanderley Midei. Outras obras do autor estão no blog Sampoeta http://wanderleymidei.zip.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TODO MOMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me perguntam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu penso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu pergunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não penso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ontem,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso pensar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No amanhã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu dia é o meu minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu curto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não disputo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que adianta programar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vou fazer,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não sei onde vou estar,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou como vai ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu dia,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta poesia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela começou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E terminou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um questionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o prazer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da vida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada momento...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-4367733150190442091?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/4367733150190442091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=4367733150190442091&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/4367733150190442091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/4367733150190442091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/01/todo-momento.html' title='TODO MOMENTO'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-4578238034802307572</id><published>2009-01-24T17:30:00.000-02:00</published><updated>2009-01-24T17:33:57.508-02:00</updated><title type='text'>Anita Baker, diva da soul music</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/u1lQIesoEW4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/u1lQIesoEW4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-4578238034802307572?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/4578238034802307572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=4578238034802307572&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/4578238034802307572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/4578238034802307572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/01/anita-baker-diva-da-soul-music.html' title='Anita Baker, diva da soul music'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6877216259075260161.post-813108202894175821</id><published>2009-01-18T16:57:00.001-02:00</published><updated>2009-01-18T23:53:14.354-02:00</updated><title type='text'>Oneribes: exemplo de coragem e perseverança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Em 2003, gravei um depoimento da grande amiga Oneribes, então vice-presidente do Conselho Municipal de Entorpecentes (COMEN). A entrevista abaixo foi publicada pelo jornal "O Município" na edição de 09 de agosto daquele ano.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No submundo dos botecos, de bêbados cambaleantes, pensam alguns, reinam a fraqueza e a falta de caráter. No entanto, o alcoólatra é mais do que uma fábrica de vexames para familiares e amigos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) estimam que o vício da bebida acometa 11% da população mundial. Inúmeros são os dramas de quem convive com o problema do alcoolismo. Como suportar inconveniências e omissões, sem esmorecer? Oneribes de Lourdes Oliveira Juvêncio, viúva, mãe de três filhos e atual vice-presidente do Conselho Municipal de Entorpecentes (COMEN) de São João da Boa Vista, conhece como poucos os efeitos maléficos da bebida no cotidiano de uma família, pois conviveu com eles durante 40 anos. Perseverante, ajudou o marido a superar o alcoolismo e foi a mão amiga nas horas dolorosas causadas pelo aparecimento de outra doença, o câncer, que vitimou o companheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Como você enfrentou o problema do alcoolismo na sua casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Foi muito difícil. Quarenta anos atrás o alcoolismo era tido como sem-vergonhice, falta de caráter... Comecei a perceber que ele bebia quando éramos noivos e fiquei muito preocupada. Procurei um padre amigo e ele, como eu, era totalmente ignorante sobre a doença. Me disse para ter paciência que aquilo (o vício) era passageiro, coisa de rapaz. “Quando vocês se casarem as coisas melhoram com a chegada dos filhos”. Acreditei e corri sérios riscos que qualquer mulher de alcoólatra corre quando tenta impedir o marido de beber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Qual foi a fase mais difícil ao lado do seu marido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Quando tivemos a primeira filha, a euforia dele foi tanta que tudo virou motivo para comemoração. Aliás, alcoólatra comemora nascimento, morte... Recebi alta do hospital num sábado de manhã e ele não apareceu para me buscar; o jeito foi ir embora com a criança no braço. Cheguei em casa, tudo fechado. Fiquei na vizinha até ele chegar, às quatro horas da tarde, sem conseguir para em pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Como era a convivência das filhas com o pai alcoólatra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Outra coisa que se tenta fazer em vão é evitar que os filhos vejam o pai alcoolizado. Mulher de alcoólatra tem um “faro” especial para saber da chegada do marido; pelo barulho do portão, do passo, ela já sabe. Então, se as meninas estivessem assistindo televisão na sala, eu inventava uma brincadeira no quarto, fechava a porta e ficava com elas até ele desmaiar de porre. Mas, espertas, percebiam tudo. Num determinado momento não entendiam porque eu ainda estava com o pai e o que ele significava dentro de casa. Porém, conhecendo os Movimentos de apoio às famílias e tendo consciência da doença que ele portava, disse para a mais velha que se não estivesse feliz com aquela situação, que fosse embora, porque não queria e nem podia colocá-lo na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Ele chegou a ser internado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Um dia minha filha me telefonou aflita no trabalho e disse que o pai estava caído na cozinha. Havia sofrido uma convulsão alcoólica. Ficou muito debilitado, e o médico recomendou internação em hospital psiquiátrico. Passei dois dias esperando vaga num hospital da região. Antes disso, tinha prometido que não me intrometeria mais na vida dele. Disse que queria morrer bebendo e eu respondi que não iria morrer junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Nesta época você já freqüentava igreja e grupos de ajuda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Sim, sempre estive na igreja. Aos doze anos de idade já ensinava na catequese. A igreja me deu condições de perseverar. O primeiro grupo de apoio que conheci foi o de Alcoólicos Anônimos (AA), depois o de familiares de Alcoólicos Anônimos (ALANON), que ajudei a formar em São João da Boa Vista, no ano de 1975. A convivência e a troca de experiências me fizeram entender a doença e a aceitar a situação. Porque, em determinados momentos, dá vontade de abandonar tudo e sumir. Ver a pessoa que no dia anterior te jurou não mais beber chegar em casa embriagada outra vez é muito duro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Quando descobriram que ele tinha câncer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Agradeço a Deus por ele ter morrido sóbrio. Quando isso aconteceu, estava há 16 anos sem beber. Morreu de câncer no esôfago causado pelo tabagismo e pela bebida. Me aposentei em 1998 e, no ano seguinte, ele começou a emagrecer muito. Como sempre foi magro e nunca havia se queixado de nada, deixamos pra lá. Na festa de comemoração dos trinta anos do movimento do Escotismo em São João, o qual ele ajudou a fundar, o pessoal do grupo resolveu homenageá-lo. Organizaram um campeonato na AABB e nós fomos. Na hora do almoço, depois dos jogos e das premiações, ele se engasgou ao ingerir uma pequena quantidade de comida. Levantou da mesa, foi ao banheiro e não voltava mais. Fui atrás. Ali passei a perceber que algo não estava bem. No dia seguinte foi trabalhar na Igreja do Perpétuo Socorro, onde fazia consertos, ajudava na conservação do Santuário e cantava no Coral. Passaram-se três dias da indisposição na festa e ele nada de se alimentar. Sugeri que fossemos ao médico, no que ele se recusou dizendo que não abriria mão de cantar em dois casamentos e nas missas de Natal e passagem de ano. A consulta foi marcada para o começo de janeiro. O médico fez os primeiros exames e me disse: “Olha, eu não quero afirmar nada antes de ver os exames completos, mas seu marido está com um tumor – e grande – no esôfago”. Levei um susto porque imaginava que ele fosse morrer de qualquer outra doença, menos de câncer. Marcamos uma endoscopia. Quando foram passar o aparelho (uma espécie de mangueira) notei a dificuldade da enfermeira em descer aquilo pelo canal do esôfago e, olhando no monitor, vi o tamanho do tumor que dificultava o exame. O diagnóstico veio rápido: câncer. E sem chance de cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: A partir do diagnóstico, quanto tempo ele sobreviveu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Oito meses. Foram quatro meses de tratamento em Campinas, indo na segunda e voltando na sexta-feira. Fiquei num abrigo com cinqüenta doentes de câncer, experiência que não desejo a ninguém. Tinha de ficar junto porque ele se alimentava através de sonda. Nesses quatro meses eu procurava animar as pessoas colocando músicas e contando estórias. Muitos chegavam lá e não conseguiam ficar por causa do ambiente de baixo astral. Embora o médico tivesse me avisado que em casos semelhantes a sobrevida não ultrapassava oito meses, acreditava e tinha fé de que com ele seria diferente. Você sabe, a esperança é a última que morre. Ele nunca aceitou a sonda, queria mastigar, engolir e não podia. A gente assistia ao programa da Ana Maria, copiava as receitas e ele me pedia para fazer. Aquilo era terrível para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Principalmente sendo você uma excelente cozinheira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Verdade. Mas ficamos sabendo que havia na Unicamp uma técnica que permitia a pacientes como ele o acesso aos alimentos sólidos. O médico disse que se houvessem condições clínicas colocaria o aparelho. E fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Ele conseguiu comer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Não, a dor era muito forte. Nesta fase, levantava com muita dificuldade, ajoelhava-se nos pés da cama, curvava-se e chorava de dor. Era triste demais ver todo aquele sofrimento. Nessas horas você tem de ter coragem e pedir a Deus o alívio para a pessoa. Era agosto e a festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro tinha começado. Na procissão da madrugada, no primeiro dia, implorei a Nossa Senhora, a quem ele amava como mãe – que o aliviasse daquele martírio. Como não pôde cantar na festa, supliquei a Ela que o permitisse cantar noutro lugar, em paz. No quarto dia da novena ele morreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALM: Como recebeu a notícia da morte dele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oneribes: Ele se internaria na véspera do Dia dos Pais. Pedi ao médico que o deixasse passar a data em casa, um domingo, suspeitando que fosse a última. Na segunda-feira, recebemos muitas visitas e quando as últimas foram embora, arrumei as roupas para a internação. Fiquei até às seis horas da tarde conversando com ele no hospital, depois segui para uma reunião do COMEN, na Escola de Comércio. Não me lembro de ter participado de reunião tão chata como aquela e não via a hora de acabar de tão inquieta que estava. Cheguei em casa e a sensação ruim não passava. Deitei, não conseguia dormir. Quando peguei no sono, depois de não sei quanto tempo, o telefone tocou. Na hora me veio o pensamento: ele morreu. Saí na porta do quarto e as meninas na do quarto delas, ao mesmo tempo. Antes de atender disse: “o pai de vocês morreu”. No telefone, uma voz de mulher: “Dona Oneribes, a senhora pode vir ao hospital, o Sr. Benedito não está bem”. Chegamos à Santa Casa, eu e minha filha, e já notamos algo diferente no jeito do porteiro, nosso amigo. O silêncio dele revelou tudo. A enfermeira que cuidava do meu marido me abraçou e disse “Dona Oneribes, o ‘Seu Dito’ faleceu”. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6877216259075260161-813108202894175821?l=almajornalismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almajornalismo.blogspot.com/feeds/813108202894175821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6877216259075260161&amp;postID=813108202894175821&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/813108202894175821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6877216259075260161/posts/default/813108202894175821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almajornalismo.blogspot.com/2009/01/oneribes-exemplo-de-coragem-e.html' title='Oneribes: exemplo de coragem e perseverança'/><author><name>Antonio Luiz Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
